Ana Beatriz de Andrade

Meu primeiro contato com Direito foi através de minha mãe, que durante muito tempo atuou como advogada. Uma mulher forte, determinada e cuja ética é meu norte até hoje. Sou estagiária dela nos fóruns desde criança, e acompanhando aquela rotina desde muito cedo, percebi que é isto que gostaria de fazer da minha vida.
O Direito é uma ciência social, e justamente por sê-lo é apaixonante.
Das causas sociais à possibilidade de inovação tecnológica, o Direito está presente em nossas vidas diariamente.
O operador do Direito possui uma perspectiva única sobre tudo aquilo que o cerca.
Lidar com diversas realidades no dia a dia da profissão me instiga a buscar conhecimento em várias fontes, desde psicologia familiar, passando pela luta por causas sociais até a área de Direito 4.0. É fascinante estar em uma área que abrange tantos nichos de atuação, em que o esmero leva à satisfação pessoal e profissional.
Minhas experiências com direito de execução fiscal, direito empresarial e sistema penitenciário expandiram meus horizontes a ponto de querer sempre me aperfeiçoar como jurista.
A Defensoria Pública me ensinou a ter um olhar de compaixão sobre o direito criminal e suas implicações na sociedade. Aspectos como ressocialização para os apenados e promoção de seus direitos no cárcere são valores essenciais para que tenhamos uma sociedade justa e igualitária.
A Procuradoria da Fazenda Nacional, cuja matéria com que tive de lidar foi o Direito Tributário, expandiu minhas perspectivas acerca do fisco, e da isonomia fiscal entre os contribuintes, pois o erário é convertido em retorno para a população, tais como saúde e educação.
Enquanto estagiária de uma empresa privada, o direito empresarial é o que mais me deixa empolgada para seguir carreira. Por ser uma área essencialmente estratégica para os negócios, é preciso saber jogar o xadrez do mundo business para que seja feito o melhor negócio.
Logo, mesclar tantas áreas do conhecimento me inspira a perseguir o oceano azul do Direito, pois no momento em que estamos vivendo, priorizar a inovação é a regra.
Desta forma, me considero alguém que tem muito a aprender e me sinto feliz e honrada de compartilhar essa jornada com o Instituto Joule.
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