Conheça a história do Lucas, Mentorado do Joule

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Texto Por Paula Galletti

O estudante de Economia em uma das mais importantes universidades federais do país, Lucas Souza está apenas no início de sua carreira, mas aos 23 anos tem muito a dizer para outros jovens que estão em busca do seu próprio caminho. Hoje fazendo um estágio internacional na França em uma grande multinacional, ele recebeu, em 2018, mentoria do Instituto Joule. 

Para ajudá-lo a definir metas e criar um plano de carreira, foi designado um bem-sucedido profissional de finanças, voluntário do Joule. “Rodrigo Leifert, que é um cara super dedicado e focado, me inspirou a ter planos. Posso dizer que ele me ajudou a fazer a transição do meu estágio de uma empresa estatal para outra do setor privado, uma oportunidade mais alinhada com a minha vontade de ter experiências também fora do Brasil”, diz Lucas. E quem acha que a travessia do Oceano Atlântico veio fácil, ledo engano: foram 4 processos seletivos internos, e três negativas, até conseguir a oportunidade de carimbar o passaporte. 

“Eu acredito que o Instituto Joule me ajudou muito a entender que não importa quem ou de onde você é, mas que é possível fazer o melhor com o que você tem em mãos”, afirma. Tendo experiências anteriores com um programa de mentoria de jovens na própria faculdade e tendo realizado trabalho voluntário dando aulas para alunos de baixa renda no Rio de Janeiro (pela ONG Elos Educação), Lucas acha muito importante manter sempre esta “via de mão dupla” de inspirar e ser inspirado. “Na minha família, talvez a pessoa que mais tenha sido impactada pelo Instituto Joule, além de mim, seja o meu sobrinho, agora com 9 anos. Mudou meu olhar sobre a educação dele, comecei a incentivá-lo mais a sonhar grande e a perceber que não existem barreiras quando a gente quer realizar”, acredita Lucas. 

Os planos agora são concluir a faculdade em meados de 2020, e continuar os estudos em busca de uma visão global. “Atualmente estou estudando francês e futuramente pretendo ganhar fluência em espanhol. Minha expectativa para os próximos anos é passar por experiências em diversos países, na Ásia, África, Oriente Médio, e também nos Estados Unidos. Tenho um perfil generalista e gostaria de um dia ser capaz de coordenar equipes com características diversas e capacidade de inovação”, planeja. 

No futuro, pretende ser capaz de também contribuir com outros jovens do Brasil, inspirando e incentivando como ele mesmo vem sendo apoiado. O caminho, Lucas ainda está aprendendo: “É preciso ter um plano para a gente saber aonde quer chegar. Quando os objetivos não estão claros, você pode se perder”. 

“Eu espero ajudar a fazer do meu ambiente de trabalho, e do mundo, um lugar melhor para se estar. Não acredito que a competição que eu deva ter seja com os meus colegas: minha competição é comigo mesmo, para eu buscar me desenvolver. Com os outros, espero ter cooperação e troca”, acredita, sintonizado com o zeitgeist de sua geração. 
Os conselhos da mãe também são um farol em sua vida. “Minha mãe sempre fala: é preciso ter coragem! A gente tem que tentar e insistir, mesmo com medo, porque as coisas não caem do céu”, conclui. 

Dicas para outros jovens:
* Criar um plano e visualizar os objetivos;
* Manter-se “blindado” das críticas negativas e do medo;
* Cercar-se de pessoas positivas e filtrar o tipo de influência que se espera receber (do que se lê, do que se assiste, da convivência com outras pessoas, etc);
* Ajudar os outros e criar um ambiente de cooperação onde se está;
* Não esquecer das pessoas que ajudaram em cada passo da caminhada. 

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Shirley Schneider

Shirley Schneider

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